Nos dias 22 e 23 de julho do ano corrente, aplicamos na sala do 2º Ano, o segundo diagnóstico, para avaliar o desenvolvimento dos alunos, em relação a leitura quanto a escrita.
Durante a aplicação do diagnóstico, notei os avanços significativos quanto aos avanços dos alunos, a grande maioria não apresentam mais dificuldades em responder as questões. Outros no entanto, olhavam as respostas dos colegas, por isso mudamos as carteiras da sala para o resultado do diagnóstico não sair mesclado.
A aplicação desse diagnóstico foi essencial não somente pros rumos do projeto em si, mas também pra minha formação docente, isso porque pude ver que o nosso trabalho em sala de aula vem gerando resultados satisfatório, estamos conseguindo alfabetizar os alunos de uma maneira significativa.
É relevante ressaltar que o nosso trabalho só vem acalçando bons resultados, devido ao auxilio da professora titular da sala de aula, ela dá prosseguimento ao método que trabalhamos com os alunos, contribuindo ainda mais para a alfabetização plena deles.
Cada experiencia em sala de aula é um novo desafio. Você ter que assumir uma sala de alfabetização com cerca de 25 alunos, e ter a tarefa de quando chegar no final do ano garantir a alfabetização deles não é uma tarefa fácil, alfabetizar letrando não é uma tarefa fácil, requer planejamento, reflexão, pesquisa etc. E no PIBID eu estou de fato conseguindo progredir nesses aspectos, não apenas ir pra sala de aula e aplicar uma atividade, requer empenho, estudo e planejamento.
É no chão da escola que venho aprendendo a ser um professor, é aprendendo com as experiencias da professora regente, e com as experiencias dos outros colegas também. Creio que esse fazer-se professor acontece de forma gradativa







