Total de visualizações de página

terça-feira, 15 de março de 2016

A INTERFACE DIGITAL BLOG NUMA PESPECTIVA REFLEXIVA



Uma das ações do subprojeto no qual estou inserido, foi a criação de um blog para relatarmos as nossas experiências no decorrer do projeto. O blog pode ser considerado como um laboratório de escrita virtual no qual, os internautas podem além de interagir trocar experiências.
O blog em destaque proporcionou-me mais uma base fundamental da formação docente: A REFLEXÃO. Logo após de cada ação no decorrer do projeto seja ela planejamento, estudo teórico, ou intervenção na escola, relatávamos no blog. Não era apenas um relato de forma mecânica, mas um relato reflexivo, no qual, imprimimos nossos desafios e ações para avançarmos no processo de formação docente.
 Ressalto a importância dessa reflexão que faço depois de cada intervenção, noto nesse sentido a relevância da "ação-reflexão-ação", ser um professor pesquisador/reflexivo, investigar no seu local de trabalho, rever e refletir sobre sua própria ação.

Ademais, reafirmo que o caminho nessa profissão é árduo, as agruras da vida docente nos fazem repensar em alguns momentos em desistir, outras vezes são as condições da docência que nos desestimula, são salas super lotadas, dinheiro que falta, alunos que não nos respeitam, pais que se esqueceram do seu papel de pais e depositam nos professores a tarefa exclusiva de educar. Ainda assim, ao fim de cada intervenção, ao fazer a reflexão no blog, nascia em meu peito, o desejo de ser um professor diferente,  que reflete sobre sua própria prática, e apesar de todas essas dificuldades, escolhi ser um transformador da realidade dos meus alunos. 





UMA FORMAÇÃO REFLEXIVA.

É notório que o Programa de Iniciação à docência - PIBID é significativo na formação inicial dos professores, afirmo que é fundamental que o discente vivencie a realidade escolar através de projetos de iniciação à docência, pois, a partir dele é possível fazer a aproximação teórica da prática. Nessa temática, o subprojeto pedagogia – anos iniciais no qual participo visa à integração entre educação superior e educação básica, tendo como objetivo principal a implementação de uma proposta pedagógica inovadora, focada na qualidade da alfabetização, assim como contribuir para a melhoria da formação inicial do pedagogo, bem como dos professores em serviço nos anos iniciais do ensino fundamental.
O subprojeto proporciona uma formação docente diferenciada, compensando as lacunas que ainda persistem nos currículos de licenciaturas.  Assim, destaco a relevância de duas ações realizadas no projeto, a primeira refere-se a prática na sala de aula, e a segunda ao ato da reflexão na interface digital blog.
Percebe-se que há uma dicotomia entre a teoria e a prática, os cursos de formação de professores ainda não aplicam de fato na prática o que se discute na academia. Infelizmente, a grande maioria dos licenciados só irão ter contato com a sala de aula no final do curso, acarretando assim, numa formação pautada somente em discursos somente teóricos.
Partindo desse pressuposto, considero o PIBID como uma terceira formação, por meio dele o professor em formação além de ter um bom suporte teórico, tem um contato com a escola mais cedo, e de forma mais segura, pisar no chão da escola nesse sentindo, possibilita ao licenciado relacionar a teoria e a prática de uma maneira mais significativa.
A formação docente é complexa, assim, corroboro com o pensamento de Celso Vasconcelos quando diz: "Se quisermos de fato avançar na formação docente precisamos pôr os pés no chão e reconhecer a complexidade da educação" isso implica na importância do planejamento, em irmos pra sala de seguros das nossas intervenções, do nosso papel como professores.
Os ganhos para minha formação depois de cada intervenção são inigualáveis, não sinto mais o frio na barriga, bem como o medo de não conseguir ensinar aos alunos, que sentia no início do projeto. Bem sei que "os professores não tem superpoderes, ainda assim para seu local de trabalho ele tem o "poder" de transformar a vida dos seus alunos". Com isso, não vou pra sala de aula achando que vou conseguir resolver os problemas da educação como um todo, mas tendo em vista que o meu papel como professor é ser mediador no processo de ensino e aprendizagem dos educandos.
Participar do PIBID nesse sentido, colaborou para a aquisição de saberes docentes, como a gestão de classe, que tanto me afligia. Ressalvo também o respaldo teórico que adquiri com o projeto, eles potencializaram a minha prática docente. Por meio dos estudos, pude refletir sobre minha formação docente, bem como a dicotomia entre a teoria e prática existente nos cursos de licenciatura.  

 É notório que o Programa de Iniciação à docência - PIBID é significativo na formação inicial dos professores, afirmo que é fundamental que o discente vivencie a realidade escolar através de projetos de iniciação à docência, pois, a partir dele é possível fazer a aproximação teórica da prática. Nessa temática, o subprojeto pedagogia – anos iniciais no qual participo visa à integração entre educação superior e educação básica, tendo como objetivo principal a implementação de uma proposta pedagógica inovadora, focada na qualidade da alfabetização, assim como contribuir para a melhoria da formação inicial do pedagogo, bem como dos professores em serviço nos anos iniciais do ensino fundamental.
O subprojeto proporciona uma formação docente diferenciada, compensando as lacunas que ainda persistem nos currículos de licenciaturas.  Assim, destaco a relevância de duas ações realizadas no projeto, a primeira refere-se a prática na sala de aula, e a segunda ao ato da reflexão na interface digital blog.
Percebe-se que há uma dicotomia entre a teoria e a prática, os cursos de formação de professores ainda não aplicam de fato na prática o que se discute na academia. Infelizmente, a grande maioria dos licenciados só irão ter contato com a sala de aula no final do curso, acarretando assim, numa formação pautada somente em discursos somente teóricos.
Partindo desse pressuposto, considero o PIBID como uma terceira formação, por meio dele o professor em formação além de ter um bom suporte teórico, tem um contato com a escola mais cedo, e de forma mais segura, pisar no chão da escola nesse sentindo, possibilita ao licenciado relacionar a teoria e a prática de uma maneira mais significativa.
A formação docente é complexa, assim, corroboro com o pensamento de Celso Vasconcelos quando diz: "Se quisermos de fato avançar na formação docente precisamos pôr os pés no chão e reconhecer a complexidade da educação" isso implica na importância do planejamento, em irmos pra sala de seguros das nossas intervenções, do nosso papel como professores.
Os ganhos para minha formação depois de cada intervenção são inigualáveis, não sinto mais o frio na barriga, bem como o medo de não conseguir ensinar aos alunos, que sentia no início do projeto. Bem sei que "os professores não tem superpoderes, ainda assim para seu local de trabalho ele tem o "poder" de transformar a vida dos seus alunos". Com isso, não vou pra sala de aula achando que vou conseguir resolver os problemas da educação como um todo, mas tendo em vista que o meu papel como professor é ser mediador no processo de ensino e aprendizagem dos educandos.
Participar do PIBID nesse sentido, colaborou para a aquisição de saberes docentes, como a gestão de classe, que tanto me afligia. Ressalvo também o respaldo teórico que adquiri com o projeto, eles potencializaram a minha prática docente. Por meio dos estudos, pude refletir sobre minha formação docente, bem como a dicotomia entre a teoria e prática existente nos cursos de licenciatura.