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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

APRENDENDO COM AS FÁBULAS

Para esta VI intervenção optamos por trabalhar com o gênero textual, fábulas, a  fábula trabalhada foi A Cigarra e a Formiga. Planejamos nossa intervenção tendo em mente que os alunos já avançaram nos aspectos da leitura e escrita, por isso as atividades propostas foram um pouco mais desafiadoras. Continuamos ainda com o Método Sociolinguístico, com ele estamos conseguindo alfabetizar os alunos de uma maneira significativa.

Momento em que os alunos assistem um vídeo

Por conta de alguns imprevistos, apliquei sozinho essa intervenção, com a ajuda da professora regente, ainda assim, não tive medo em encarar a sala sozinho, encarei  como uma oportunidade em ver na prática se conseguiria gestar uma classe sozinho. 

Formando novas palavras com a família silábica da palavra geradora

Notei no desenvolvimento da aula, que estava conseguindo alcançar os objetivos esperados, os alunos não apresentaram dificuldades em responder as atividades propostas, entretanto alguns ainda tinham preguiça em responder, cabendo a mim chamá-los a atenção, e incentivando-os em terminar as atividades. 

Momento em que os alunos responderam as atividades propostas.

Outro fator determinante para o bom resultado dessa intervenção foi trabalhar de maneira diversificada, sendo por meio de vídeos, textos impressos. Quanto a fábula, o uso dela pode fazer com que as crianças reflitam sobre a moral que ela traz, nesse momento indaguei-os sobre suas opiniões quanto ao assunto trabalhado.  Contribuindo para essa reflexão Libâneo (1994) ressalta que o professor, como articulador do processo de ensino-aprendizagem, tem o dever de submeter o aluno a questionamentos que permitam refletir criticamente, sobre o conteúdo que está sendo assimilado.

Para termino da intervenção, os alunos confeccionaram fantoches da Cigarra  e a Formiga

 Ademais, reafirmo que o caminho nessa profissão é árduo, as agruras da vida docente nos fazem repensar em alguns momentos em desistir, outras vezes são as condições da docência que nos desestimula, são salas super lotadas, dinheiro que falta, alunos que não nos respeitam, pais que se esqueceram do seu papel de pais e depositam nos professores a tarefa exclusiva de educar. Ainda assim, ao fim de cada intervenção, ao fazer a reflexão no blog, nasce em meu peito, o desejo em ser um professor diferente,  que reflete sobre sua própria prática, e apesar de todas essas dificuldades, escolhi ser um transformador da realidade dos meus alunos. 


 

 

UM PÉ NA PESQUISA, UM PÉ NA REFLEXÃO


Depois de discutirmos  um texto de Gauthier no qual o autor discorre sobre a gestão de classe, foi proposto que nós voltássemos a sala de aula, não para fazer uma intervenção, mas com o intuito de observássemos a gestão de classe da professora Josiene.  Tendo como base as categorias de analise da pesquise de Gauthier.

Durante a observação notei o quanto a sala de aula é um local complexo, no qual requer do professor uma boa formação docente, isso ficou evidente no momento em que a professora observada fez uso de várias estrategias para conseguir que os alunos aprendesse. 

Notei o quanto ela tem domínio de classe, a sua gestão de classe é algo elogiável, visto que, a mesma tenha muitos anos na docência. Eu ainda na fase da formação, estou perdendo o frio na barriga de intervenção em intervenção.

Os desafios que uma sala de aula apresenta são complexos, cabendo a professora a todo momento tomar uma decisão, Gauthier ressalva este aspecto. 

Ademais,  por meio da observação feita na sala de aula, percebi que a professora atenta ao fato de planejar bem suas aulas, pautada em formas diversificadas para proporcionar aos alunos uma aprendizagem significativa.  

Essa atividade de observação, contribuiu de maneira significativa pra minha formação docente, pude notar  que apesar de gestar uma classe seja uma tarefa dificil, com empenho e dedicação e principalmente REFLEXÃO podemos conseguir.