É notório que o Programa de Iniciação à docência - PIBID é
significativo na formação inicial dos professores, afirmo que é fundamental que
o discente vivencie a realidade escolar através de projetos de iniciação à
docência, pois, a partir dele é possível fazer a aproximação teórica da
prática. Nessa temática, o subprojeto pedagogia – anos iniciais no qual
participo visa à integração entre educação superior e educação básica, tendo
como objetivo principal a implementação de uma proposta pedagógica inovadora,
focada na qualidade da alfabetização, assim como contribuir para a melhoria da
formação inicial do pedagogo, bem como dos professores em serviço nos anos
iniciais do ensino fundamental.
O subprojeto proporciona uma formação docente diferenciada,
compensando as lacunas que ainda persistem nos currículos de
licenciaturas. Assim, destaco a
relevância de duas ações realizadas no projeto, a primeira refere-se a prática
na sala de aula, e a segunda ao ato da reflexão na interface digital blog.
Percebe-se que há uma dicotomia entre a teoria e a prática, os
cursos de formação de professores ainda não aplicam de fato na prática o que se
discute na academia. Infelizmente, a grande maioria dos licenciados só irão ter
contato com a sala de aula no final do curso, acarretando assim, numa formação
pautada somente em discursos somente teóricos.
Partindo desse pressuposto, considero o PIBID como uma terceira
formação, por meio dele o professor em formação além de ter um bom suporte
teórico, tem um contato com a escola mais cedo, e de forma mais segura, pisar
no chão da escola nesse sentindo, possibilita ao licenciado relacionar a teoria
e a prática de uma maneira mais significativa.
A formação docente é complexa, assim, corroboro com o pensamento de
Celso Vasconcelos quando diz: "Se quisermos de fato avançar na formação
docente precisamos pôr os pés no chão e reconhecer a complexidade da
educação" isso implica na importância do planejamento, em irmos pra sala
de seguros das nossas intervenções, do nosso papel como professores.
Os ganhos para minha formação depois de cada intervenção são inigualáveis,
não sinto mais o frio na barriga, bem como o medo de não conseguir ensinar aos
alunos, que sentia no início do projeto. Bem sei que "os professores não
tem superpoderes, ainda assim para seu local de trabalho ele tem o
"poder" de transformar a vida dos seus alunos". Com isso, não
vou pra sala de aula achando que vou conseguir resolver os problemas da
educação como um todo, mas tendo em vista que o meu papel como professor é ser
mediador no processo de ensino e aprendizagem dos educandos.
Participar do PIBID nesse sentido, colaborou para a aquisição de saberes
docentes, como a gestão de classe, que tanto me afligia. Ressalvo também o
respaldo teórico que adquiri com o projeto, eles potencializaram a minha
prática docente. Por meio dos estudos, pude refletir sobre minha formação
docente, bem como a dicotomia entre a teoria e prática existente nos cursos de
licenciatura.
É notório que o Programa de Iniciação à docência - PIBID é
significativo na formação inicial dos professores, afirmo que é fundamental que
o discente vivencie a realidade escolar através de projetos de iniciação à
docência, pois, a partir dele é possível fazer a aproximação teórica da
prática. Nessa temática, o subprojeto pedagogia – anos iniciais no qual
participo visa à integração entre educação superior e educação básica, tendo
como objetivo principal a implementação de uma proposta pedagógica inovadora,
focada na qualidade da alfabetização, assim como contribuir para a melhoria da
formação inicial do pedagogo, bem como dos professores em serviço nos anos
iniciais do ensino fundamental.
O subprojeto proporciona uma formação docente diferenciada,
compensando as lacunas que ainda persistem nos currículos de
licenciaturas. Assim, destaco a
relevância de duas ações realizadas no projeto, a primeira refere-se a prática
na sala de aula, e a segunda ao ato da reflexão na interface digital blog.
Percebe-se que há uma dicotomia entre a teoria e a prática, os
cursos de formação de professores ainda não aplicam de fato na prática o que se
discute na academia. Infelizmente, a grande maioria dos licenciados só irão ter
contato com a sala de aula no final do curso, acarretando assim, numa formação
pautada somente em discursos somente teóricos.
Partindo desse pressuposto, considero o PIBID como uma terceira
formação, por meio dele o professor em formação além de ter um bom suporte
teórico, tem um contato com a escola mais cedo, e de forma mais segura, pisar
no chão da escola nesse sentindo, possibilita ao licenciado relacionar a teoria
e a prática de uma maneira mais significativa.
A formação docente é complexa, assim, corroboro com o pensamento de
Celso Vasconcelos quando diz: "Se quisermos de fato avançar na formação
docente precisamos pôr os pés no chão e reconhecer a complexidade da
educação" isso implica na importância do planejamento, em irmos pra sala
de seguros das nossas intervenções, do nosso papel como professores.
Os ganhos para minha formação depois de cada intervenção são inigualáveis,
não sinto mais o frio na barriga, bem como o medo de não conseguir ensinar aos
alunos, que sentia no início do projeto. Bem sei que "os professores não
tem superpoderes, ainda assim para seu local de trabalho ele tem o
"poder" de transformar a vida dos seus alunos". Com isso, não
vou pra sala de aula achando que vou conseguir resolver os problemas da
educação como um todo, mas tendo em vista que o meu papel como professor é ser
mediador no processo de ensino e aprendizagem dos educandos.
Participar do PIBID nesse sentido, colaborou para a aquisição de saberes
docentes, como a gestão de classe, que tanto me afligia. Ressalvo também o
respaldo teórico que adquiri com o projeto, eles potencializaram a minha
prática docente. Por meio dos estudos, pude refletir sobre minha formação
docente, bem como a dicotomia entre a teoria e prática existente nos cursos de
licenciatura.